Vox Dei nº 451 de 14 de maio de 2017

Apesar de tanta tecnologia e estudos científicos, ainda não se encontrou uma forma artificial de se gestar uma vida humana.  Mesmo com o congelamento de embriões, as fertilizações in vitro, bebês de proveta, ainda assim, o ser humano precisa da mais complexa máquina natural para se desenvolver e vir à luz, nascer: o ventre materno.   

Nenhum  método contraceptivo existente, foi capaz de deter a genealogia humana através dos séculos. Para Deus que é o Senhor da vida, o criador de tudo, bastou um sopro sobre o barro moldado para dar a origem de toda a trajetória humana. Ele respeitou tanto a sua criação, que trouxe ao mundo seu filho Jesus para vivenciar cada passo de sua forma humana.  

Na atualidade, com o crescente movimento denominado “empoderamento da mulher” a maternidade passou a ser considerada uma opção de vida. Gerar e criar um outro ser humano passou a ser condicionado às possibilidades de inclusive, poder criar sozinha um filho.

Na contramão desses fatos, infelizmente observa-se um crescente número de seres humanos não são programados para nascer na segurança de uma família que cuidará e sustentará até que possa ser independente.  Meninas cada vez mais novas dão à luz de forma inconsequente, provocando o desencadeamento da genealogia do abandono e da miséria.

Em outra vertente, os filhos de ninguém se proliferam nas instituições, abandonados nas ruas, na insegurança de lares desfeitos, na falência moral e no descaso absurdo praticado pelos próprios autores daquelas vidas.

Tudo isso é motivacional para que se festeje cada vez mais aquela mulher que incondicionalmente se coloca na posição de mãe. Aquela mulher que gesta um filho mesmo que fora de seu próprio útero. Mulheres que na impossibilidade de engravidar, passam a fazer toda sorte de tratamentos para conceber ou se submetem à escolha aleatória ou não de adotar um filho e devotar-se a ele com todos os encargos afetivos e de criação.

A apresentadora Sandra Annemberg diz num vídeo que circula na internet, que ela achava que não tinha nascido com a vocação para ser mãe. Focou na carreira, mas, sentiu o chamado do relógio biológico e deu à luz. Fala que naquele dia também nasceu: como mãe! E foi aprendendo, se reeducou para educar. Errou querendo acertar, se culpa tanto e desculpa muito mais, ouve perguntas, mas, se questiona o tempo todo, tem expectativas e se frustra, tem paciência sem perder a ternura. Termina dizendo que a mãe deve ter orgulho de si mesma porque ser mãe é ser única. E única, é aquela que assume a maternidade de forma incondicional! 

 

A PASCOM DESEJA A TODOS UM FELIZ DIA DAS MÃES!