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Publicação de 2017-08-26

QUANDO DEUS CONFIA MISSÃO AO HOMEM

Vox Dei nº 460 de16 de julho de 2017

Charlie é um bebê Britânico que nasceu com uma doença rara e está internado num hospital Europeu sendo mantido vivo através de recursos médicos artificiais. Segundo a Corte Européia de Direitos Humanos (CEDH) seu corpinho estaria sendo submetido a um sofrimento atroz e por isso decidiram que os aparelhos que o mantém vivo, seja desligado. Aparentemente a interveniência do Papa Francisco está surtindo efeito para que seus pais possam transferi-lo para os Estados Unidos onde teria chances de vida através de um tratamento experimental.

Em sua manifestação, o Papa Francisco disse: "defender a vida humana, principalmente quando ela está ferida por doenças, é um empenho do amor que Deus confia a cada homem".

No Brasil, o sistema público de saúde que em tese deveria atender a população desassistida, vem sendo sucateado há muito tempo. Há tanto sofrimento, angústia e desespero na busca por um atendimento médico digno e eficiente, tantas pessoas que se veem obrigadas a tirar de suas parcas economias um valor para custear um plano de saúde e assim tentar suprir essa falta de humanidade dos agentes públicos.

Essa assertiva não tem cunho político eleitoreiro, e sim uma reflexão sobre a consciência coletiva do valor da vida. A vida é para ser desfrutada com saúde. Então imagino as condições a que os pais do pequeno Charles devem estar passando para lutar para que seu filho possa ter chances de exercer o direito inalienável que é viver.

Pessoas que se acham na condição de determinar sobre quem vive e quem morre, aliviar dores ou curar doenças, estão com uma munição pesada nas mãos.

Quando alguém detona uma arma de fogo ou desfere golpes mortais, seja qual for a motivação, ele é um marginal, bandido, facínora, como o que ceifou a vida de Arthur, um ser humano que vinha sendo gestado há três meses no ventre de sua mãe e teve sua perspectiva de vida futura interrompida depois de um assalto à sua família nas ruas do Rio de Janeiro.

E quem rouba a dignidade humana e o direito à vida porque na qualidade de agente público deveria zelar por ela e não o faz, seja por ação ou omissão, como chamamos esse ser? Ele usou um controle remoto, desses que são ativados de longe para detonar um projétil e atingir alguém aleatoriamente.

Roubos de milhões de dinheiro público pelo país todo, não atingem uma única pessoa que jaz inerte frente ao poder da violência concretizada pelo marginal “comum”, ele faz vítimas aos milhares, ele provoca o vilipêndio na população, porque demonstra seu desprezo, humilhando e menosprezando a necessidade, a dor e a vida das pessoas.

 

Quando Jesus disse aos Fariseus que seu lugar era exatamente ali onde há a necessidade de plantar amor e fraternidade, Ele nos conclama a trabalhar para que Ele esteja realmente entre essas pessoas que desconhecem ou ignoram esses preceitos. Muitas vezes só queremos que  Deus nos favoreça e esquecemos que Jesus nos confiou uma dura missão e a frase do Papa Francisco deveria estar gravada na memória de todo ser humano.           

Adiene Cavalcante Brabo

NADA PRA FAZER

Vox Dei nº 459 de 9 de julho de 2017

Nada como ter um tempo pra descansar depois de um período de intensas atividades. Ás vezes em meio a tantas tarefas dá uma vontade de que cheguem logo as férias para poder mudar a rotina e relaxar.  Nesses tempos de recessão econômica, a criatividade impera na hora de buscar um pouco de diversão, algo que satisfaça a vontade de sair do ambiente usual e desestressar.

 

Por muito tempo as férias escolares dos filhos eram “aquela” época especial para uma maior e melhor convivência com os filhos estudantes, faziam-se planos preferencialmente para estar juntos com primos e familiares. Falo no passado porque na atualidade, as férias passaram a ser um tempo de separação ou um modo de “despachar” os filhos para viajar com terceiros ou deixá-los em casa com um arsenal de mídias eletrônicas.  

Parece muito forte usar tais assertivas, mas, infelizmente, com a desumanização das corporações e das atividades no mercado de trabalho em geral, aquela antiga fórmula para se agregar a família durante um tempo vai sendo mais difícil de sincronizar no tempo. Quando a economia cai em recessão, a força de trabalho entra em processo de mecanização no sentido de que as pessoas passam a ser vistas como a engrenagem de uma máquina cuja reposição está ávida para ser utilizada e com isso quem está trabalhando se submete a atender exclusivamente aos comandos de sua fonte pagadora dificultando o domínio de seu tempo para projetos próprios.

Assim, quem está sem fonte de renda, deseja ardentemente poder estar produzindo e ganhando seu sustento, e quem está trabalhando, mesmo que em atividade não muito agradável, sonha com um pouco de descanso. Ou seja, não ter nada pra fazer pode ter dois lados bem diferentes.

Já houve um tempo em que a mala era cheia com um traje de banho, roupinhas de verão confeccionadas nas costureiras, livros, gibis, jogos de mesa, bolas, raquetes, tesoura, tintas, revistas e outras fontes de atividades lúdicas. Quando nada disso era possível, a brincadeira corria solta no esconde-esconde, trinta e um, pula corda, queimada ou “cemitério”, adivinhações, “desconfio”, “bandeirinha”, ou nadar no rio quando conseguíamos ir para o interior. 

 

A criatividade pode fazer uma grande diferença no espírito de pais que não podem proporcionar viagens em férias. É necessário colocar seu empenho próprio para “curtir” atividades em conjunto com os filhos de qualquer idade, deixar o ambiente mais leve e não ficar se lamuriando por ser “obrigado” a umas férias diferentes!    

Adiene Martins Cavalcante Brabo

NADA PRA FAZER

Vox Dei nº 458 de 2 de julho de 2017

Nada como ter um tempo pra descansar depois de um período de intensas atividades. Ás vezes em meio a tantas tarefas dá uma vontade de que cheguem logo as férias para poder mudar a rotina e relaxar.  Nesses tempos de recessão econômica, a criatividade impera na hora de buscar um pouco de diversão, algo que satisfaça a vontade de sair do ambiente usual e desestressar.

Por muito tempo as férias escolares dos filhos eram “aquela” época especial para uma maior e melhor convivência com os filhos estudantes, faziam-se planos preferencialmente para estar juntos com primos e familiares. Falo no passado porque na atualidade, as férias passaram a ser um tempo de separação ou um modo de “despachar” os filhos para viajar com terceiros ou deixá-los em casa com um arsenal de mídias eletrônicas.  

Parece muito forte usar tais assertivas, mas, infelizmente, com a desumanização das corporações e das atividades no mercado de trabalho em geral, aquela antiga fórmula para se agregar a família durante um tempo vai sendo mais difícil de sincronizar no tempo. Quando a economia cai em recessão, a força de trabalho entra em processo de mecanização no sentido de que as pessoas passam a ser vistas como a engrenagem de uma máquina cuja reposição está ávida para ser utilizada e com isso quem está trabalhando se submete a atender exclusivamente aos comandos de sua fonte pagadora dificultando o domínio de seu tempo para projetos próprios.

Assim, quem está sem fonte de renda, deseja ardentemente poder estar produzindo e ganhando seu sustento, e quem está trabalhando, mesmo que em atividade não muito agradável, sonha com um pouco de descanso. Ou seja, não ter nada pra fazer pode ter dois lados bem diferentes.

Já houve um tempo em que a mala era cheia com um traje de banho, roupinhas de verão confeccionadas nas costureiras, livros, gibis, jogos de mesa, bolas, raquetes, tesoura, tintas, revistas e outras fontes de atividades lúdicas. Quando nada disso era possível, a brincadeira corria solta no esconde-esconde, trinta e um, pula corda, queimada ou “cemitério”, adivinhações, “desconfio”, “bandeirinha”, ou nadar no rio quando conseguíamos ir para o interior. 

 

A criatividade pode fazer uma grande diferença no espírito de pais que não podem proporcionar viagens em férias. É necessário colocar seu empenho próprio para “curtir” atividades em conjunto com os filhos de qualquer idade, deixar o ambiente mais leve e não ficar se lamuriando por ser “obrigado” a umas férias diferentes! 

Adiene Martins Cavalcante Brabo  

A Alma Ferida de Morte

Vox Dei nº 457 de 25 de junho de 2017

Vivemos um tempo onde alguns valores parecem estar em desuso, especialmente o valor da própria vida humana. Dignidade, honestidade, probidade, honra, afiguram-se exceção à regra.

O Evangelho deste domingo nos conclama a lutar contra aqueles que procuram ferir de morte a alma. Buscamos sempre nos resguardar contra a violência física que pode nos levar à morte do corpo. Mas, o que fazemos para salvar nossa alma da morte eterna?

Às vezes, nem percebemos como os nossos sentidos se corrompem pela banalização dos acontecimentos. Fatos corriqueiros, cheios de significados subliminares, são assimilados gradativamente, a ponto de não nos importarmos mais. É assim que se mata a alma. Quando chamamos alguém de ‘desalmado’, significa classificá-lo como alguém que não tem alma; esta já foi entregue à morte pela maldade, pelo desamor, pela violência e outros comportamentos transgressores.

Por exemplo, ficamos devastados com as imagens de um filho agredindo sua mãe idosa, ‘viralizadas’ na Internet há poucas semanas. A violência física e psicológica resultou na prisão do indivíduo. Seu corpo foi preso, mas, e sua alma como estará, sabendo ter cometido um pecado mortal?

Observamos no noticiário a escalada da violência gratuita contra pessoas totalmente indefesas, como na agressão sofrida por um torcedor, no meio da rua, antes de uma partida de futebol. Até a livre expressão das preferências é maculada pela intolerância! Chegará um dia em que as partidas de futebol estarão fadadas ao que chamam de W.O (do inglês, “walkover”, que quer dizer: “vitória fácil”, especialmente quando não existem adversários).

Os atos de corrupção, praticados por políticos e empresários, são noticiados de modo tão amiúde que não parecem mais nos escandalizar. Todavia, são motivos importantes para ponderarmos sobre aquilo que deixamos acontecer conosco só porque “todo mundo faz”. Essas pessoas se deixam sucumbir pelo que há de mais insidioso, aviltante e escandaloso: a traição.

Há quem vire ativista ferrenho da causa das minorias, seja por raça, credo, gênero ou condição social, enfim, mas, infelizmente, aquela luta se perde na “intolerância contra os intolerantes”. Isso é triste e deveras preocupante!

 

Vamos sedimentar a fé, consolidar os preceitos ensinados por Jesus, disseminar a alegria de viver em Cristo, reconhecer quando somos envolvidos pela morte da alma para que cuidemos não perdê-la, afinal, uma vida eterna nos espera. Precisamos decidir se queremos a luz ou a escuridão eterna. 

Adiene Cavalcante Brabo

A Ressaca Boa

Vox Dei nº 456 de 18 de junho de 2017

 

Depois da grande festa em honra da Santíssima Trindade desfrutamos agora de uma ressaca boa, aquela que nos deixa com gosto de “quero mais”. Viver na alegria, na confraternização, na irmandade, é possível, decerto. Foram muitos momentos de intensa vivência no Espírito Santo de Deus, em celebrações belíssimas, nas adorações ao Santíssimo, culminando com uma procissão luminosa em honra da Santíssima Trindade, alicerçada na luz do amor de Deus por seus filhos.

É isso o que se busca: Luz. Para iluminar os caminhos, para clarear as ideias, para alegrar o coração e alimentar a alma. Essa luz, que vem da Trindade, é a supremacia da fé na superioridade e na autoridade de Deus.

Foi apresentada uma imagem antiga de Nossa Senhora da Trindade à comunidade da Paróquia; ela está nos cartazes da Festividade. O tema “Trindade e a Virgem Maria, Sede de Sabedoria”, oportunizou um aprofundamento na devoção e evoca um maior fervor à mãe de Jesus, na medida em que refletimos sobre sua importância para a composição da Trindade Santa.

A busca pela confraternização, a alegria genuína -- aquela que vem naturalmente sem o uso de substâncias exteriores -- é uma referência para a comunidade. Poder desfrutar de momentos de descontração num ambiente festivo, em segurança, é possível, sim, e isso é plenamente demonstrado nos eventos que envolvem toda a festividade.

Nada além da generosidade, serviço e partilha de todos impele e motiva a condução desses oito dias em que dura a Festividade da Paróquia. Isso é muito importante. Cada gesto de amor é realizado em nome da Trindade Santa, e isso é fé que possibilita a evangelização de muitos.

O esmero para oferecer o melhor não é por orgulho bobo, é para disponibilizar o que se tem de bom.  Até na doação de roupas e acessórios reutilizáveis há desprendimento e espírito de colaboração. Os preços simbólicos das peças ofertadas são para facilitar o acesso de muitos àquilo que não poderiam adquirir de primeira mão.  

Tudo é pensado para agregar e unir pessoas numa irmandade familiar: conhecer os membros da comunidade, trazê-los para perto da Igreja, resgatar almas, reacender a fé, converter corações e sentimentos, aliviar dores e elevar o espírito até Deus, sedimentar a crença e a esperança na sua misericórdia infinita... Por tudo isso, já valerá muito a pena todo o esforço e trabalho para a realização dessa grande Festa.       

 

Gratidão a todos que tornaram possível esse congraçamento.

Adiene Cavalcante Brabo

 

A COMUNIDADE COLABORA

 

Vox Dei nº 455 de 11 de junho de 2017

 

A Trindade Santa é um único Deus e somos um único povo de Deus quando nos irmanamos na unidade da fé. É um mistério insondável que se materializa em Jesus e dá a perfeita dimensão de sua divindade e da nossa humanidade. Mas nem tudo é mais mistério! Há a concretização de um amor que transcedeu todo pecado e se disseminou entre os homens de boa vontade.

É com imensa alegria e fundados nesse amor e nessa fé que festejamos a Trindade Santa com louvores em belíssimas celebrações durante a FESTIVIDADE DA PARÓQUIA DA SANTÍSSIMA TRINDADE EM BELÉM.

A expectativa para o início da Festividade da Paróquia está em cada cantinho do complexo que envolve a praça, a Igreja, os Prédios Dom Zico e Monsenhor Geraldo. São inúmeras providências que envolvem burocracias junto aos órgãos públicos e para a segurança de todos.

A Diretoria primeiramente se une em oração para que todos possam desfrutar de momentos de fé e de alegria em família e assim foi criado um grupo de oração e intercessão. São momentos para um encontro mais íntimo com Jesus, uma conversa mais pessoal e reservada. Serão todas as noites no prédio Monsenhor Geraldo. Todos são convidados.

No palco as atrações que estarão fazendo fundo musical para a degustação de inúmeras gostosuras no arraial. Toda essa comida é fruto de doação da comunidade. Por isso, caso possa ajudar, não espere ser contactado: ofereça ajuda, ela será muito bem vinda.

Neste ano, a barraca do Brechó tem uma novidade: um desfile com roupas em excelente estado, estarão sendo mostradas e vendidas por precinhos de bazar. Imperdível!

No salão climatizado Dom Zico a cada noite, uma festa temática. É apenas um pequeno mimo para a comunidade formada por tantos povos, fazendo essa miscigenação linda que forma a população brasileira.

No jantar das Noites Temáticas são servidos pratos Japoneses, Portugueses, Italianos, Mediterrâneos, Paraenses, Brasileiros e tem até uma noite romântica com pratos assinados por Cheffs renomados da culinária local. Nesse particular, verifica-se que a generosidade tão característica do paraense é cunhada também na Festividade. Entidades e Empresas patrocinadoras mesmo em meio às dificuldades pelo momento econômico, se esforçam para contribuir com alegria e desprendimento. No entanto, aquela generosa contribuição da própria comunidade que chega mais perto colaborando com doações não é menor do que qualquer outra.

Quem adquire as cartelas para as Noites Temáticas, quem consome no arraial, quem oferece um óbolo no ofertório ou passa a ser Dizimista da Paróquia, estará contribuindo para um mesmo propósito: a manutenção da Igreja e dos prédios, as obras sociais das pastorais, grupos e serviços e o mais gratificante, o trabalho pastoral da propagação do Evangelho de Jesus.  

 

Que Deus recompense fartamente a colaboração de cada um. Amém!

Adiene Cavalcante Brabo

A COMUNIDADE COLABORA

Vox Dei nº 454 de 4 de junho de 2017

 

A Trindade Santa é um único Deus e somos um único povo de Deus quando nos irmanamos na unidade da fé. É um mistério insondável que se materializa em Jesus e dá a perfeita dimensão de sua divindade e da nossa humanidade. Mas nem tudo é mais mistério! Há a concretização de um amor que transcedeu todo pecado e se disseminou entre os homens de boa vontade.

É com imensa alegria e fundados nesse amor e nessa fé que festejamos a Trindade Santa com louvores em belíssimas celebrações durante a FESTIVIDADE DA PARÓQUIA DA SANTÍSSIMA TRINDADE EM BELÉM.

A expectativa para o início da Festividade da Paróquia está em cada cantinho do complexo que envolve a praça, a Igreja, os Prédios Dom Zico e Monsenhor Geraldo. São inúmeras providências que envolvem burocracias junto aos órgãos públicos e para a segurança de todos.

A Diretoria primeiramente se une em oração para que todos possam desfrutar de momentos de fé e de alegria em família e assim foi criado um grupo de oração e intercessão. São momentos para um encontro mais íntimo com Jesus, uma conversa mais pessoal e reservada. Serão todas as noites no prédio Monsenhor Geraldo. Todos são convidados.

No palco as atrações que estarão fazendo fundo musical para a degustação de inúmeras gostosuras no arraial. Toda essa comida é fruto de doação da comunidade. Por isso, caso possa ajudar, não espere ser contactado: ofereça ajuda, ela será muito bem vinda.

Neste ano, a barraca do Brechó tem uma novidade: um desfile com roupas em excelente estado, estarão sendo mostradas e vendidas por precinhos de bazar. Imperdível!

No salão climatizado Dom Zico a cada noite, uma festa temática. É apenas um pequeno mimo para a comunidade formada por tantos povos, fazendo essa miscigenação linda que forma a população brasileira.

No jantar das Noites Temáticas são servidos pratos Japoneses, Portugueses, Italianos, Mediterrâneos, Paraenses, Brasileiros e tem até uma noite romântica com pratos assinados por Cheffs renomados da culinária local. Nesse particular, verifica-se que a generosidade tão característica do paraense é cunhada também na Festividade. Entidades e Empresas patrocinadoras mesmo em meio às dificuldades pelo momento econômico, se esforçam para contribuir com alegria e desprendimento. No entanto, aquela generosa contribuição da própria comunidade que chega mais perto colaborando com doações não é menor do que qualquer outra.

Quem adquire as cartelas para as Noites Temáticas, quem consome no arraial, quem oferece um óbolo no ofertório ou passa a ser Dizimista da Paróquia, estará contribuindo para um mesmo propósito: a manutenção da Igreja e dos prédios, as obras sociais das pastorais, grupos e serviços e o mais gratificante, o trabalho pastoral da propagação do Evangelho de Jesus.  

 

Que Deus recompense fartamente a colaboração de cada um. Amém!

Adiene Cavalcante Brabo

Reflexão do XVI DOMINGO DO TC

 

Vox Dei nº 461 de 23 de julho de 2017

Mt 13, 24-43

Amados irmãos (as).

*O joio e o trigo*.

A boa semente é a Palavra de Deus que é plantada no bom terreno do nosso coração. A semente ruim é o conceito que também é plantado em nós enquanto dormimos, isto é, quando baixamos a vigilância nos nossos pensamentos, palavras e ações. O inimigo de Deus trabalha enquanto relaxamos o nosso zelo pela Palavra que foi semeada.

No entanto, o inimigo sabe como nos impressionar, por isso, muitas vezes, nós confundimos as suas ideias “maravilhosas” e as acolhemos como se fossem sugestões de Deus e as perseguimos obstinadamente. Em todas as ocasiões da nossa vida, nas nossas escolhas, nas nossas decisões, quando temos que optar ou decidir por algo, precisamos estar atentos, pois o inimigo de Deus sutilmente nos oferece a semente do mal como se fosse algo maravilhoso sugerido por Deus. Na maioria das vezes nós caímos na cilada. Aí então, é que o Senhor nos recomenda um tempo de maturação e de discernimento. Não podemos, à primeira vista, querer arrancar o mal pela raiz sem termos convicção do que estamos pretendendo.

O joio e o trigo, como conta a parábola se confundem em aspecto e aparência, no entanto, o seu efeito difere inteiramente. O trigo é o alimento que vem do céu e dá vida à nossa alma, o joio é o veneno que vem do inferno e nos leva para a morte. Trigo e joio estão dentro de nós, precisamos, porém, pacientemente pedir ao Senhor a graça de identificar o que nos dá vida e o que nos leva à morte para, conscientemente, cortar de vez com o mal. Fazendo uma análise, nós podemos avaliar o joio como a mágoa de alguém que nos desgostou , o desânimo, o medo e a indecisão que se confundem com covardia, a falsa modéstia que tem a aparência de humildade, a ambição que desnorteia o nosso crescimento humano, os desejos da carne que se confundem com os desejos da alma, a indiferença, a passividade, acomodação, etc.

Vigiai e orai, diz o Senhor, porque, enquanto dormimos o inimigo trabalha contra nós. – Você tem dado guarida a pensamentos de tristeza, medo, desânimo? – Você confia na Palavra de Deus como bússola para o seu caminho? – Você consegue identificar qual o joio que existe no seu coração? – Você tem feito o discernimento para ver se os seus desejos condizem com os pensamentos do Senhor?

O Senhor Jesus te convida a ser um semeador, a messe é grande e poucos são os operários. Escolha as pastorais , movimentos e serviços de nossa paróquia e faça parte desta grande família de evangelizadores.

 

Boa semana a todos.

REFLEXÃO DO XIV DOMINGO.

Vox Dei nº 460 de 16 de julho de 2017

 

VINDE A MIM Mt 11,25-30

Amados irmãos(as).

 

Na primeira parte do evangelho de hoje, temos uma breve oração de louvor, de Jesus, com a afirmação da união de conhecimento entre o Filho e o Pai.

Jesus dá testemunho do Pai diante de todos. A vontade do Pai é que todos o acolham. Contudo surge  uma separação entre os "sábios e entendidos" e os "pequeninos". Os sábios e entendidos são os auto suficientes das elites judaicas e os poderosos das cidades nos nossos dias. Estes estão bem instalados em seus privilégios e não querem mudanças. Os pequeninos são os pobres bem-aventurados, privados e carentes, em busca do socorro de Deus e ansiosos pela mudança do sistema de opressão. Completando a oração, Jesus afirma a sua união de conhecimento com o Pai, que é a fonte da sua revelação ao mundo. Em Deus, conhecer e amar são inseparáveis. A experiência missionária confirma que os pobres estão mais disponíveis para acolherem as propostas do Reino para a transformação do mundo. Por isso Jesus agradece a Deus seu Pai: Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso.

Depois da sua ação de graças com alegria, sabendo Jesus que o ser humano precisa de descanso, de repouso para repor as energias, necessita de descanso físico, e também de descanso espiritual nos convida a todos: - Vinde a mim, todos vós que estais cansados de carregar os vossos pesados fardos, e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração e encontrarei alívio. .Pois o Meu julgo é leve e o Meu fardo é suave.

Neste evangelho Jesus vem ao encontro da necessidade de descanso espiritual. Ele diz a cada um de nós: Vinde, aprendei e encontreis descanso. Quando Jesus diz isso, ele não quer simplesmente mostrar pena ou compaixão humanas. O que ele quer é mostrar-nos o Seu Pai.

O que Jesus diz então é que a simples confiança nele e a natural vivência nos parâmetros da sua Lei - a Palavra de Deus - são fardos leves e gratificantes. Pela confiança n’Ele encontraremos a Deus e n’Ele descansaremos.

Jesus convida todos os que estão cansados e desorientados com as opções e soluções que o mundo oferece, e que não dão verdadeiro alívio ou descanso. Mas, principalmente, Jesus convida todos que sentem o peso do pecado sobre a sua vida, com todas as consequências que ele traz sobre cada um.

O pecado nos causa sofrimento físico, culpa e cansaço mental, e tudo isso enche o nosso coração de medo, auto piedade, intranquilidade e desespero. Quantas noites não passamos aflitos por causa dos problemas da vida, quantas vezes não estamos desanimados, lutando com os sentimentos de culpa ou medo e contra a nossa vontade pecadora.

Nessas horas Jesus vem e nos diz: Vinde a Mim todos vós que estais cansados de lutar. Desabafai comigo os vossos problemas, dores, medos e erros. Eu farei cada carga vossa mais leve e trarei paz à vossas almas.

São palavras de amor, carinho e compaixão que Jesus dirige a cada um de nós. Por isso, meu irmão e irmã, se tu estás triste, desanimado, cansado da vida, com os seus problemas, tristezas e desânimo, com os seus desejos, planos e objetivos corra para Jesus e entregue a Ele toda a sua vida e com ela tudo o que te perturba.

Vá a Ele pela fé, crendo n’Ele como Teu Salvador pessoal e como o Senhor da tua vida, e aprendendo da Sua Palavra, que nos mostra como viver uma vida feliz e que tem sentido e direção, e tu encontrarás alívio e descanso. Pois o que Ele quer para mim e para ti é o verdadeiro descanso nesta vida, e descanso eterno com Ele no céu.

 

Deus abençoe a todos.

REFLEXÃO DO XIV DOMINGO.

Vox Dei nº 459 de 9 de julho de 2017

VINDE A MIM Mt 11,25-30

Amados irmãos(as).

 

Na primeira parte do evangelho de hoje, temos uma breve oração de louvor, de Jesus, com a afirmação da união de conhecimento entre o Filho e o Pai.

Jesus dá testemunho do Pai diante de todos. A vontade do Pai é que todos o acolham. Contudo surge  uma separação entre os "sábios e entendidos" e os "pequeninos". Os sábios e entendidos são os auto suficientes das elites judaicas e os poderosos das cidades nos nossos dias. Estes estão bem instalados em seus privilégios e não querem mudanças. Os pequeninos são os pobres bem-aventurados, privados e carentes, em busca do socorro de Deus e ansiosos pela mudança do sistema de opressão. Completando a oração, Jesus afirma a sua união de conhecimento com o Pai, que é a fonte da sua revelação ao mundo. Em Deus, conhecer e amar são inseparáveis. A experiência missionária confirma que os pobres estão mais disponíveis para acolherem as propostas do Reino para a transformação do mundo. Por isso Jesus agradece a Deus seu Pai: Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso.

Depois da sua ação de graças com alegria, sabendo Jesus que o ser humano precisa de descanso, de repouso para repor as energias, necessita de descanso físico, e também de descanso espiritual nos convida a todos: - Vinde a mim, todos vós que estais cansados de carregar os vossos pesados fardos, e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração e encontrarei alívio. .Pois o Meu julgo é leve e o Meu fardo é suave.

Neste evangelho Jesus vem ao encontro da necessidade de descanso espiritual. Ele diz a cada um de nós: Vinde, aprendei e encontreis descanso. Quando Jesus diz isso, ele não quer simplesmente mostrar pena ou compaixão humanas. O que ele quer é mostrar-nos o Seu Pai.

O que Jesus diz então é que a simples confiança nele e a natural vivência nos parâmetros da sua Lei - a Palavra de Deus - são fardos leves e gratificantes. Pela confiança n’Ele encontraremos a Deus e n’Ele descansaremos.

Jesus convida todos os que estão cansados e desorientados com as opções e soluções que o mundo oferece, e que não dão verdadeiro alívio ou descanso. Mas, principalmente, Jesus convida todos que sentem o peso do pecado sobre a sua vida, com todas as consequências que ele traz sobre cada um.

O pecado nos causa sofrimento físico, culpa e cansaço mental, e tudo isso enche o nosso coração de medo, auto piedade, intranquilidade e desespero. Quantas noites não passamos aflitos por causa dos problemas da vida, quantas vezes não estamos desanimados, lutando com os sentimentos de culpa ou medo e contra a nossa vontade pecadora.

Nessas horas Jesus vem e nos diz: Vinde a Mim todos vós que estais cansados de lutar. Desabafai comigo os vossos problemas, dores, medos e erros. Eu farei cada carga vossa mais leve e trarei paz à vossas almas.

São palavras de amor, carinho e compaixão que Jesus dirige a cada um de nós. Por isso, meu irmão e irmã, se tu estás triste, desanimado, cansado da vida, com os seus problemas, tristezas e desânimo, com os seus desejos, planos e objetivos corra para Jesus e entregue a Ele toda a sua vida e com ela tudo o que te perturba.

Vá a Ele pela fé, crendo n’Ele como Teu Salvador pessoal e como o Senhor da tua vida, e aprendendo da Sua Palavra, que nos mostra como viver uma vida feliz e que tem sentido e direção, e tu encontrarás alívio e descanso. Pois o que Ele quer para mim e para ti é o verdadeiro descanso nesta vida, e descanso eterno com Ele no céu.

 

Deus abençoe a todos.

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