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Blog do Cônego José Gonçalo

Reflexão do XVI DOMINGO DO TC

 

Vox Dei nº 461 de 23 de julho de 2017

Mt 13, 24-43

Amados irmãos (as).

*O joio e o trigo*.

A boa semente é a Palavra de Deus que é plantada no bom terreno do nosso coração. A semente ruim é o conceito que também é plantado em nós enquanto dormimos, isto é, quando baixamos a vigilância nos nossos pensamentos, palavras e ações. O inimigo de Deus trabalha enquanto relaxamos o nosso zelo pela Palavra que foi semeada.

No entanto, o inimigo sabe como nos impressionar, por isso, muitas vezes, nós confundimos as suas ideias “maravilhosas” e as acolhemos como se fossem sugestões de Deus e as perseguimos obstinadamente. Em todas as ocasiões da nossa vida, nas nossas escolhas, nas nossas decisões, quando temos que optar ou decidir por algo, precisamos estar atentos, pois o inimigo de Deus sutilmente nos oferece a semente do mal como se fosse algo maravilhoso sugerido por Deus. Na maioria das vezes nós caímos na cilada. Aí então, é que o Senhor nos recomenda um tempo de maturação e de discernimento. Não podemos, à primeira vista, querer arrancar o mal pela raiz sem termos convicção do que estamos pretendendo.

O joio e o trigo, como conta a parábola se confundem em aspecto e aparência, no entanto, o seu efeito difere inteiramente. O trigo é o alimento que vem do céu e dá vida à nossa alma, o joio é o veneno que vem do inferno e nos leva para a morte. Trigo e joio estão dentro de nós, precisamos, porém, pacientemente pedir ao Senhor a graça de identificar o que nos dá vida e o que nos leva à morte para, conscientemente, cortar de vez com o mal. Fazendo uma análise, nós podemos avaliar o joio como a mágoa de alguém que nos desgostou , o desânimo, o medo e a indecisão que se confundem com covardia, a falsa modéstia que tem a aparência de humildade, a ambição que desnorteia o nosso crescimento humano, os desejos da carne que se confundem com os desejos da alma, a indiferença, a passividade, acomodação, etc.

Vigiai e orai, diz o Senhor, porque, enquanto dormimos o inimigo trabalha contra nós. – Você tem dado guarida a pensamentos de tristeza, medo, desânimo? – Você confia na Palavra de Deus como bússola para o seu caminho? – Você consegue identificar qual o joio que existe no seu coração? – Você tem feito o discernimento para ver se os seus desejos condizem com os pensamentos do Senhor?

O Senhor Jesus te convida a ser um semeador, a messe é grande e poucos são os operários. Escolha as pastorais , movimentos e serviços de nossa paróquia e faça parte desta grande família de evangelizadores.

 

Boa semana a todos.

REFLEXÃO DO XIV DOMINGO.

Vox Dei nº 460 de 16 de julho de 2017

 

VINDE A MIM Mt 11,25-30

Amados irmãos(as).

 

Na primeira parte do evangelho de hoje, temos uma breve oração de louvor, de Jesus, com a afirmação da união de conhecimento entre o Filho e o Pai.

Jesus dá testemunho do Pai diante de todos. A vontade do Pai é que todos o acolham. Contudo surge  uma separação entre os "sábios e entendidos" e os "pequeninos". Os sábios e entendidos são os auto suficientes das elites judaicas e os poderosos das cidades nos nossos dias. Estes estão bem instalados em seus privilégios e não querem mudanças. Os pequeninos são os pobres bem-aventurados, privados e carentes, em busca do socorro de Deus e ansiosos pela mudança do sistema de opressão. Completando a oração, Jesus afirma a sua união de conhecimento com o Pai, que é a fonte da sua revelação ao mundo. Em Deus, conhecer e amar são inseparáveis. A experiência missionária confirma que os pobres estão mais disponíveis para acolherem as propostas do Reino para a transformação do mundo. Por isso Jesus agradece a Deus seu Pai: Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso.

Depois da sua ação de graças com alegria, sabendo Jesus que o ser humano precisa de descanso, de repouso para repor as energias, necessita de descanso físico, e também de descanso espiritual nos convida a todos: - Vinde a mim, todos vós que estais cansados de carregar os vossos pesados fardos, e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração e encontrarei alívio. .Pois o Meu julgo é leve e o Meu fardo é suave.

Neste evangelho Jesus vem ao encontro da necessidade de descanso espiritual. Ele diz a cada um de nós: Vinde, aprendei e encontreis descanso. Quando Jesus diz isso, ele não quer simplesmente mostrar pena ou compaixão humanas. O que ele quer é mostrar-nos o Seu Pai.

O que Jesus diz então é que a simples confiança nele e a natural vivência nos parâmetros da sua Lei - a Palavra de Deus - são fardos leves e gratificantes. Pela confiança n’Ele encontraremos a Deus e n’Ele descansaremos.

Jesus convida todos os que estão cansados e desorientados com as opções e soluções que o mundo oferece, e que não dão verdadeiro alívio ou descanso. Mas, principalmente, Jesus convida todos que sentem o peso do pecado sobre a sua vida, com todas as consequências que ele traz sobre cada um.

O pecado nos causa sofrimento físico, culpa e cansaço mental, e tudo isso enche o nosso coração de medo, auto piedade, intranquilidade e desespero. Quantas noites não passamos aflitos por causa dos problemas da vida, quantas vezes não estamos desanimados, lutando com os sentimentos de culpa ou medo e contra a nossa vontade pecadora.

Nessas horas Jesus vem e nos diz: Vinde a Mim todos vós que estais cansados de lutar. Desabafai comigo os vossos problemas, dores, medos e erros. Eu farei cada carga vossa mais leve e trarei paz à vossas almas.

São palavras de amor, carinho e compaixão que Jesus dirige a cada um de nós. Por isso, meu irmão e irmã, se tu estás triste, desanimado, cansado da vida, com os seus problemas, tristezas e desânimo, com os seus desejos, planos e objetivos corra para Jesus e entregue a Ele toda a sua vida e com ela tudo o que te perturba.

Vá a Ele pela fé, crendo n’Ele como Teu Salvador pessoal e como o Senhor da tua vida, e aprendendo da Sua Palavra, que nos mostra como viver uma vida feliz e que tem sentido e direção, e tu encontrarás alívio e descanso. Pois o que Ele quer para mim e para ti é o verdadeiro descanso nesta vida, e descanso eterno com Ele no céu.

 

Deus abençoe a todos.

REFLEXÃO DO XIV DOMINGO.

Vox Dei nº 459 de 9 de julho de 2017

VINDE A MIM Mt 11,25-30

Amados irmãos(as).

 

Na primeira parte do evangelho de hoje, temos uma breve oração de louvor, de Jesus, com a afirmação da união de conhecimento entre o Filho e o Pai.

Jesus dá testemunho do Pai diante de todos. A vontade do Pai é que todos o acolham. Contudo surge  uma separação entre os "sábios e entendidos" e os "pequeninos". Os sábios e entendidos são os auto suficientes das elites judaicas e os poderosos das cidades nos nossos dias. Estes estão bem instalados em seus privilégios e não querem mudanças. Os pequeninos são os pobres bem-aventurados, privados e carentes, em busca do socorro de Deus e ansiosos pela mudança do sistema de opressão. Completando a oração, Jesus afirma a sua união de conhecimento com o Pai, que é a fonte da sua revelação ao mundo. Em Deus, conhecer e amar são inseparáveis. A experiência missionária confirma que os pobres estão mais disponíveis para acolherem as propostas do Reino para a transformação do mundo. Por isso Jesus agradece a Deus seu Pai: Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos! Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso.

Depois da sua ação de graças com alegria, sabendo Jesus que o ser humano precisa de descanso, de repouso para repor as energias, necessita de descanso físico, e também de descanso espiritual nos convida a todos: - Vinde a mim, todos vós que estais cansados de carregar os vossos pesados fardos, e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração e encontrarei alívio. .Pois o Meu julgo é leve e o Meu fardo é suave.

Neste evangelho Jesus vem ao encontro da necessidade de descanso espiritual. Ele diz a cada um de nós: Vinde, aprendei e encontreis descanso. Quando Jesus diz isso, ele não quer simplesmente mostrar pena ou compaixão humanas. O que ele quer é mostrar-nos o Seu Pai.

O que Jesus diz então é que a simples confiança nele e a natural vivência nos parâmetros da sua Lei - a Palavra de Deus - são fardos leves e gratificantes. Pela confiança n’Ele encontraremos a Deus e n’Ele descansaremos.

Jesus convida todos os que estão cansados e desorientados com as opções e soluções que o mundo oferece, e que não dão verdadeiro alívio ou descanso. Mas, principalmente, Jesus convida todos que sentem o peso do pecado sobre a sua vida, com todas as consequências que ele traz sobre cada um.

O pecado nos causa sofrimento físico, culpa e cansaço mental, e tudo isso enche o nosso coração de medo, auto piedade, intranquilidade e desespero. Quantas noites não passamos aflitos por causa dos problemas da vida, quantas vezes não estamos desanimados, lutando com os sentimentos de culpa ou medo e contra a nossa vontade pecadora.

Nessas horas Jesus vem e nos diz: Vinde a Mim todos vós que estais cansados de lutar. Desabafai comigo os vossos problemas, dores, medos e erros. Eu farei cada carga vossa mais leve e trarei paz à vossas almas.

São palavras de amor, carinho e compaixão que Jesus dirige a cada um de nós. Por isso, meu irmão e irmã, se tu estás triste, desanimado, cansado da vida, com os seus problemas, tristezas e desânimo, com os seus desejos, planos e objetivos corra para Jesus e entregue a Ele toda a sua vida e com ela tudo o que te perturba.

Vá a Ele pela fé, crendo n’Ele como Teu Salvador pessoal e como o Senhor da tua vida, e aprendendo da Sua Palavra, que nos mostra como viver uma vida feliz e que tem sentido e direção, e tu encontrarás alívio e descanso. Pois o que Ele quer para mim e para ti é o verdadeiro descanso nesta vida, e descanso eterno com Ele no céu.

 

Deus abençoe a todos.

Reflexão da festa de São Pedro e São Paulo .

Vox Dei nº 458 de 2 de julho de 2017

 

A AFIRMAÇÃO DE PEDRO Mt 16,13-19

Amados irmãos (as).

 

No evangelho de Mateus encontramos duas de suas características dominantes. Ele acentua a dimensão messiânica de Jesus e já apresenta sinais da instituição eclesial nascente. Escreve na década de 80, quando os discípulos de Jesus oriundos do judaísmo estavam sendo expulsos das sinagogas que até então frequentavam. Ele pretende convencer estes discípulos de que em Jesus se realizam suas esperanças messiânicas moldadas sob a antiga tradição de Israel. Daí o acentuado caráter messiânico atribuído a Jesus por Mateus. Os cristãos, afastados das sinagogas, começam a estruturar-se em uma instituição religiosa própria, na qual a figura de referência é Pedro, já martirizado em Roma. Pedro é apresentado como o fundamento da Igreja e detentor das chaves do Reino dos Céus.

Ó Deus, hoje nos concedeis a alegria de festejar São Pedro e São Paulo… apóstolos que nos deram as primícias da fé. Estamos aqui como Igreja a reconhecer a unidade de fé que viveram na diversidade de missão. Por isso os celebramos juntos. Sua fé em Jesus foi força que encontraram para suas vidas e para sua missão. O Espírito moldou seus corações de tal modo que puderam como diz Paulo, dizer: “Para mim, viver é Cristo” (Fl 1,21). Pedro faz a primeira expressão de fé do discípulo: “Tu és o Messias, o Filho de Deus Vivo” (Mt 16.16). Eu tenho a tentação de ver Pedro mais ligado à tradição e Paulo como um tipo mais avançado e rebelde. Os dois eram parecidos. Vemos Pedro romper com a tradição judaica e entrar em casa de pagãos consciente de que não devia chamar de impuro o que Deus declarara puro (At 10,15). Pedro abre as portas do paganismo ao Evangelho, no Concílio de Jerusalém, tachando a tradição judaica de um jugo impossível de suportar (At.15,10). Era uma grande libertação que fazia dentro de si mesmo pela ação do Espírito. Essa posição liberou a Igreja. Esse ato dá liberdade total a Paulo para evangelizar os pagãos. Paulo tão forte na liberdade, mantém tradições judaicas como cortar cabelos para cumprir um voto (At 18,18) e, por causa dos judeus, circuncidar Timóteo que tinha pai grego (At 16,3). A fé professada por Pedro se dá em um momento crucial da vida de Jesus, e O anima a seguir rumo à Paixão. Pedro recebe uma bem-aventurança: “Feliz és tu Simão, pois não foi um ser humano que te revelou isso, mas meu Pai que está nos céus”. Tem o dom de ser pedra de alicerce sobre a qual Jesus constrói a Igreja e lhe dá o poder de ligar e desligar (Mt 16,17-19). Paulo reconhece a ação do Espírito: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé” (2Tm 4,7).

Deram a vida pela Igreja e por Cristo. Rezamos no prefácio: “Unidos pela coroa do martírio, recebem igual veneração”. Eles têm consciência durante sua vida de que a perseguição que sofrem é por causa do Evangelho. Herodes desencadeou a perseguição sobre a Igreja; Matou Tiago e prendeu Pedro para apresentá-lo ao povo e ser morto. Ele foi libertado da prisão por um anjo (At 12,1-11). Paulo tem consciência do fim: “Já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida” (2Tm 4,8). Os dois têm a experiência de que são protegidos pelo Senhor: “O Senhor esteve a meu lado e me deu forças” ;Pedro reconhece: “Agora sei que o Senhor enviou seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava” .

O ensinamento desta festa à Igreja é a abertura à tradição e ao acolhimento da novidade para ser fiel. A Igreja tem que se voltar sempre para o dinamismo destes dois homens que deram a vida pelo evangelho. Eles nos ensinam. Não podemos ficar na superficialidade e celebrar sem refletir o que os fez grandes. Eles não só são colunas da fé, mas também dão rumos para seu futuro. Vivemos tempos nos quais há tendências de voltar à tradição pela tradição e à novidade pela novidade. Mas devemos partir da fé que professamos em cada celebração.

A Igreja celebra Pedro e Paulo no mesmo dia porque trabalharam na unidade da fé e na diversidade de modalidades. Sua força apostólica está na fé em Jesus. Pedro e Paulo não se diferem pelo apego à tradição ou inovação, mas pelo campo. Ambos têm a tradição que preserva e a inovação que assume caminhos novos. Ambos vivem da fé.

Unidos pelo martírio recebem igual veneração. Sofrem por causa do Evangelho. Herodes prende Pedro e Paulo está preso em Roma com a consciência de ter combatido o bom combate e guardado e fé. Ambos sabem que o Senhor esteve sempre com eles.

O ensinamento desta festa é a abertura à tradição e o acolhimento da novidade para ser fiel. Eles são colunas da Igreja, mas também dão rumos. Há tendência de voltar à tradição pela tradição ou ir à novidade pela novidade. Como Pe. Vitor Coelho dizia: a Igreja não é de bronze, pois enferruja. É uma árvore que cresce porque tem ramos novos e permanece porque tem tronco.

Celebrando S. Pedro e S. Paulo nós celebramos a ação de Deus em Jesus para implantar o seu Reino no mundo. Ele usou duas luvas de briga: uma grosseira, Pedro, e outra mais caprichada, Paulo. Por que essa diferença?

Os dois implantaram a Igreja de Deus em dois mundos diferentes, mundo judeu e mundo pagão. Missão diferente, mas o mesmo fim. Diferente é o modo de compreender a fé. Isso enriquece. O judaísmo tende ao ritualismo; o paganismo tende a um modo mais livre de vida. A Igreja se enriquece com esses dois modos de entender.

Eles se fundam na fé. Pedro e Paulo vivem Jesus. Mesmo passando na boca do leão, foram salvos e preservados. Deram a vida por Jesus. Eles falavam grosso e tinham o que dizer sobre Deus. Eu e você, o que temos feito no que toca a nossa fé em Deus?

Pai consolida minha fé, a exemplo do apóstolo Pedro que, em meio às provações, soube dar, com o seu martírio, testemunho consumado de adesão a Jesus.

Boa semana a todos.

Deus os abençoe 

 

Desejo a todos uma abençoada SEMANA.

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Vox Dei nº 457 de 25 de junho de 2017

Mt 10,26-33

Amados irmão (As) 

Hoje, o Evangelho fala claramente de viver o “momento presente”: não voltar ao passado, mas, ceder em Deus e sua misericórdia. Não atormentar-se pela manhã, mas, confiar na sua providência. Santa Teresinha do Menino Jesus: «Só me guia o abandono, e não tenho outra bússola!».

A preocupação jamais tem resolvido algum problema. O que resolve problema é a confiança, a fé. «Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje está aí e amanhã é lançada ao forno, não fará ele muito mais por vós, gente fraca de fé?» (Mt 6,30), disse Jesus.

A vida não é por si mesma por demais problemática, é o homem que precisa de fé... A existência não é sempre fácil. As vezes é pesada; com frequência nos sentimos feridos e escandalizado pelo o que sucede em nossas vidas ou nas dos demais. Mas, enfrentemos tudo isto com fé e tentemos viver dia após dia, com a confiança que Deus cumprirá suas promessas. A fé nos levará a salvação.

«Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá sua própria preocupação! A cada dia basta o seu mal» (Mt 6,34). O que isso significa? Hoje buscas viver de maneira justa, segundo a lógica do reino, na confiança, na simplicidade, a procura de Deus, o abandono. E Deus se ocupará do resto... 

Dia após dia. É muito importante. O que nos esgota muitas vezes é todas essas lembranças do passado e o medo do futuro; enquanto que, quando vivemos no momento presente, de maneira misteriosa, encontramos a força. O que tenho que viver hoje, tenho a graça de Deus para vivê-lo. Se amanhã devo fazer frente a situações mais difíceis, Deus dará sua graça. A graça de Deus se dá ao momento, no dia a dia. Viver o memento presente significa aceitar a fraqueza: renunciar o passado ou dominar o futuro e contentar-se com o presente.

«Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo»

 

Desejo a todos uma abençoado SEMANA.

SOLENIDADE DA SS.TRINDADE.

Vox Dei nº 456 de 18 de junho de 2017

 

Jo 3,16-18

Amados irmãos(as).

Celebramos hoje em toda a Igreja, a solenidade da Santíssima Trindade: Pai – Filho e Espírito Santo. Celebramos hoje, o que poderíamos chamar, o coração da nossa fé. Pois acreditamos e adoramos um Deus que é Uno e Trino. Nós adoramos Deus que é Pai criador. Aquele que criou todas as coisas visíveis e invisíveis, conforme professamos no creio, com amor e sabedoria e fez de nós homens a mais predileta de todas as suas criaturas; pois só a nós foi dada a dignidade de sermos chamados filhos de Deus. Adoramos o Deus que é Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que por nós e por amor nosso se encarnou no seio de uma Virgem, Maria; fez-se um de nós para salvar a nossa humanidade destruída e desfigurada pelo pecado. Prova disso é que ele passou pelo mundo sanando, curando, restituindo a dignidade aos pobres e excluídos e a todos mostrando o caminho que conduz ao Pai,  o caminho que nos conduz à felicidade.  Nós adoramos Deus que é Espírito Santo,  que é o amor infinito do Pai e do Filho por nós. Ao voltar para o Pai, Jesus não quis que ficássemos sozinhos. Ele sabia que continuar a sua missão não seria nada fácil para os seus discípulos, e por isso, Ele nos deu o Espírito Santo,  o grande consolador. É o Espírito que nos fortalece nas provações, nos guia nos nossos caminhos, nos ajuda no testemunho, nos une como irmãos numa só família que é a Igreja que Cristo desejou. Mas o que significa para nós celebrar hoje a Santíssima Trindade,  esse Deus Uno e Trino, que tanto nos amou e nos ama a ponto de fazer-se um de nós para nos salvar, que hoje caminha conosco como nosso companheiro de vida; como Ele próprio prometeu, que estaria conosco até o fim dos tempos? A primeira coisa mais importante a dizer é que celebrando solenidade da Santíssima Trindade, nós celebramos o grande amor de Deus por nós. Como bem nos lembra a primeira leitura do livro do êxodo, o nosso Deus não é um Deus das nuvens e dos tronos celestes. Não é um Deus longe do ser humano, indiferente á aquilo que lhe acontece; mas é um Deus que caminha conosco, que se revela como misericórdia, rico de graça e perdão, fiel; que faz aliança com o seu povo amado. O nosso Deus é o Deus que entra na nossa história e na nossa vida para nos salvar e que faz questão que sintamos a sua presença protetora, defensora, como encontramos relatado em muitos outros textos do livro do Êxodo. Ora, a máxima revelação desse amor do Pai por nós chegou com Jesus Cristo. O próprio Jesus no Evangelho de hoje vai dizer no colóquio com Nicodemos que:"Que Deus tanto amou o mundo que deu o seu filho unigênito para que quem nele crer, não morra, mas tenha a vida eterna". No seu filho Jesus, por meio do qual o Pai também age para a salvação  do ser humano, Deus quer acabar definitivamente com aquele abismo que o pecado escavou entre Ele e a humanidade. Deus não quer que os seus filhos morram, mas que vivam. Diante das situações de morte pelo pecado, ele propõe para os homens e mulheres de os todos os tempos  uma possibilidade de vida nova e feliz. Nós fomos feitos para viver junto de Deus e é por isso que desde sempre Ele vem ao encontro do ser humano quando se extravia do reto caminho; perdoa quando caímos no erro; nos corrige quando persistimos em nos fazer o mal e conosco faz aliança de amor. Todo esse amor de Deus por nós quer nos revelar toda a sua dedicação e cura pela nossa vida e pela nossa felicidade. Em Jesus, Deus destruiu o poder do pecado sobre nós e com o sangue do seu filho fez conosco uma aliança de Amor, fortalecida e renovada cada dia pelo Espírito que nos acompanha até o fim dos tempos.

 

Celebrar também a Trindade é para nós hoje um chamado ao compromisso com esse amor de Deus por nós.  Se o nosso Deus Uno e Trino nos amou e continua nos amando apesar de nossas fraquezas, devemos também nós nos comprometer a viver esse amor, sobretudo porque somos nós batizados os convocados e enviados pelo Mestre Jesus para anunciar o seu amor e o amor do Pai pela força do Espírito a todos os povos. Essa é a nossa missão como batizados. E esse anúncio, passa sobretudo através do testemunho das nossas comunidades, que são  os lugares privilegiados da vivência e do compromisso com esse amor. Porque somos amados por Deus, por sua vez devemos também nos amar para sermos, para este mundo, anunciadores, com a vida, do grande amor de Deus. Olhando para nós, para o nosso testemunho de vida, os outros deveriam dizer como diziam para os primeiros cristãos: olhem como eles se amam.  Esse amor urge, portanto, traduzir-se em ações concretas que nos construam e nos conduzam a sermos mais irmãos conforme é o desejo de Deus. São Paulo, na sua carta aos Coríntios, vai justamente nos apontar algumas formas concretas de como a comunidade cristã pode traduzir em ações concretas este amor de Deus. A vivência da paz, da concórdia, da ajuda mútua, do encorajamento nos momentos difíceis, dentro da comunidade é um testemunho vivo de como o amor de Deus está sendo correspondido e que se torna um grande testemunho para o mundo.  Com certeza, a vivência da paz entre nós como irmãos, se torna  para o nosso mundo destruído por tantas guerras e violência um sinal de esperança. Assim também, como o é, a vivência da compreensão, da ajuda mutua, num mundo que prega o individualismo e a competição. Vivendo esses valores que a nossa fé nos convida a viver podemos ser para este mundo um grande sinal como comunidade que o amor de Deus não é uma teoria, mas uma realidade que pode tornar-se concreta quando buscamos crescer como irmãos.

Por fim, para concluir, gostaria de lembrar a todos, que celebrar a Santíssima Trindade hoje, é celebrar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo no meio de toda comunidade cristã. É pela Trindade que toda comunidade é viva, é santificada, é abençoada. A Eucaristia,  que celebramos nas nossas comunidades, é um exemplo concreto dessa presença. De fato, nós começamos a Celebração da Eucaristia em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo e recebemos a última benção em nome dos três.  E ainda: é no nome da Trindade que recebemos todos os sacramentos, assim como todas as bênçãos que pedimos à Igreja.

Deus abençoe a todos.

Boa semana.

 

 

SOLENIDADE DA SS.TRINDADE.

Vox Dei nº 455 de 11 de junho de 2017

 

Jo 3,16-18

Amados irmãos(as).

Celebramos hoje em toda a Igreja, a solenidade da Santíssima Trindade: Pai – Filho e Espírito Santo. Celebramos hoje, o que poderíamos chamar, o coração da nossa fé. Pois acreditamos e adoramos um Deus que é Uno e Trino. Nós adoramos Deus que é Pai criador. Aquele que criou todas as coisas visíveis e invisíveis, conforme professamos no creio, com amor e sabedoria e fez de nós homens a mais predileta de todas as suas criaturas; pois só a nós foi dada a dignidade de sermos chamados filhos de Deus. Adoramos o Deus que é Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que por nós e por amor nosso se encarnou no seio de uma Virgem, Maria; fez-se um de nós para salvar a nossa humanidade destruída e desfigurada pelo pecado. Prova disso é que ele passou pelo mundo sanando, curando, restituindo a dignidade aos pobres e excluídos e a todos mostrando o caminho que conduz ao Pai,  o caminho que nos conduz à felicidade.  Nós adoramos Deus que é Espírito Santo,  que é o amor infinito do Pai e do Filho por nós. Ao voltar para o Pai, Jesus não quis que ficássemos sozinhos. Ele sabia que continuar a sua missão não seria nada fácil para os seus discípulos, e por isso, Ele nos deu o Espírito Santo,  o grande consolador. É o Espírito que nos fortalece nas provações, nos guia nos nossos caminhos, nos ajuda no testemunho, nos une como irmãos numa só família que é a Igreja que Cristo desejou. Mas o que significa para nós celebrar hoje a Santíssima Trindade,  esse Deus Uno e Trino, que tanto nos amou e nos ama a ponto de fazer-se um de nós para nos salvar, que hoje caminha conosco como nosso companheiro de vida; como Ele próprio prometeu, que estaria conosco até o fim dos tempos? A primeira coisa mais importante a dizer é que celebrando solenidade da Santíssima Trindade, nós celebramos o grande amor de Deus por nós. Como bem nos lembra a primeira leitura do livro do êxodo, o nosso Deus não é um Deus das nuvens e dos tronos celestes. Não é um Deus longe do ser humano, indiferente á aquilo que lhe acontece; mas é um Deus que caminha conosco, que se revela como misericórdia, rico de graça e perdão, fiel; que faz aliança com o seu povo amado. O nosso Deus é o Deus que entra na nossa história e na nossa vida para nos salvar e que faz questão que sintamos a sua presença protetora, defensora, como encontramos relatado em muitos outros textos do livro do Êxodo. Ora, a máxima revelação desse amor do Pai por nós chegou com Jesus Cristo. O próprio Jesus no Evangelho de hoje vai dizer no colóquio com Nicodemos que:"Que Deus tanto amou o mundo que deu o seu filho unigênito para que quem nele crer, não morra, mas tenha a vida eterna". No seu filho Jesus, por meio do qual o Pai também age para a salvação  do ser humano, Deus quer acabar definitivamente com aquele abismo que o pecado escavou entre Ele e a humanidade. Deus não quer que os seus filhos morram, mas que vivam. Diante das situações de morte pelo pecado, ele propõe para os homens e mulheres de os todos os tempos  uma possibilidade de vida nova e feliz. Nós fomos feitos para viver junto de Deus e é por isso que desde sempre Ele vem ao encontro do ser humano quando se extravia do reto caminho; perdoa quando caímos no erro; nos corrige quando persistimos em nos fazer o mal e conosco faz aliança de amor. Todo esse amor de Deus por nós quer nos revelar toda a sua dedicação e cura pela nossa vida e pela nossa felicidade. Em Jesus, Deus destruiu o poder do pecado sobre nós e com o sangue do seu filho fez conosco uma aliança de Amor, fortalecida e renovada cada dia pelo Espírito que nos acompanha até o fim dos tempos.

 

Celebrar também a Trindade é para nós hoje um chamado ao compromisso com esse amor de Deus por nós.  Se o nosso Deus Uno e Trino nos amou e continua nos amando apesar de nossas fraquezas, devemos também nós nos comprometer a viver esse amor, sobretudo porque somos nós batizados os convocados e enviados pelo Mestre Jesus para anunciar o seu amor e o amor do Pai pela força do Espírito a todos os povos. Essa é a nossa missão como batizados. E esse anúncio, passa sobretudo através do testemunho das nossas comunidades, que são  os lugares privilegiados da vivência e do compromisso com esse amor. Porque somos amados por Deus, por sua vez devemos também nos amar para sermos, para este mundo, anunciadores, com a vida, do grande amor de Deus. Olhando para nós, para o nosso testemunho de vida, os outros deveriam dizer como diziam para os primeiros cristãos: olhem como eles se amam.  Esse amor urge, portanto, traduzir-se em ações concretas que nos construam e nos conduzam a sermos mais irmãos conforme é o desejo de Deus. São Paulo, na sua carta aos Coríntios, vai justamente nos apontar algumas formas concretas de como a comunidade cristã pode traduzir em ações concretas este amor de Deus. A vivência da paz, da concórdia, da ajuda mútua, do encorajamento nos momentos difíceis, dentro da comunidade é um testemunho vivo de como o amor de Deus está sendo correspondido e que se torna um grande testemunho para o mundo.  Com certeza, a vivência da paz entre nós como irmãos, se torna  para o nosso mundo destruído por tantas guerras e violência um sinal de esperança. Assim também, como o é, a vivência da compreensão, da ajuda mutua, num mundo que prega o individualismo e a competição. Vivendo esses valores que a nossa fé nos convida a viver podemos ser para este mundo um grande sinal como comunidade que o amor de Deus não é uma teoria, mas uma realidade que pode tornar-se concreta quando buscamos crescer como irmãos.

Por fim, para concluir, gostaria de lembrar a todos, que celebrar a Santíssima Trindade hoje, é celebrar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo no meio de toda comunidade cristã. É pela Trindade que toda comunidade é viva, é santificada, é abençoada. A Eucaristia,  que celebramos nas nossas comunidades, é um exemplo concreto dessa presença. De fato, nós começamos a Celebração da Eucaristia em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo e recebemos a última benção em nome dos três.  E ainda: é no nome da Trindade que recebemos todos os sacramentos, assim como todas as bênçãos que pedimos à Igreja.

Deus abençoe a todos.

 

Boa semana.

RECEBEI O ESPÍRITO SANTO,DOM DE DEUS.

Vox Dei nº 454 de 4 de junho de 2017

Domingo de Pentecostes .

Evangelho (Jo 20,19-23)

 

Amados irmãos(as).

RECEBEI O ESPÍRITO SANTO,DOM DE DEUS.

No início da festividade da paróquia a liturgia nos presenteia com tão belos textos da veracidade do Ressuscitado e da vinda do Espírito Santo, início da missão da igreja.

Cinquenta dias após a Páscoa da Ressurreição do Senhor, os cristãos celebram a vinda do Espírito Santo, em Pentecostes. Mas quando se deu mesmo essa vinda? Para Lucas, nos Atos dos Apóstolos (2, 1-13), cinquenta dias após a Páscoa, coincidindo com o Pentecostes dos judeus, quando comemoravam a Aliança e o dom da Lei. Lucas visa preservar a unidade das festas Páscoa-Pentecostes para acentuar que em Jesus se dá a plenitude da aliança e da salvação, prometida e iniciada com o povo da primeira aliança, os judeus. Para o evangelista João (20, 19-23), o Espírito vem no mesmo dia de Páscoa, dado pelo Ressuscitado: “Recebam o Espírito Santo”. As duas opiniões não se opõem, mas se completam, cada autor acentuando seus objetivos.

Promessa e dom do Pai, o Espírito tem tarefa dupla: ungir e capacitar os profetas que percorrerão o caminho e confirmar esse caminho. A Igreja nasce sob sua ação, fundamentada em Jesus Ressuscitado. Em Lucas nem os representantes de Jerusalém nem os Doze têm o controle da Igreja. É o Espírito que lhe assegura a continuidade com Jesus, e é fonte de vitalidade da missão cristã. Assim a Igreja não existe para si mesma, mas para o mundo, para ser testemunha do que Deus fez por Jesus e através dele. Para a fé cristã, o Espírito Santo não é um dom exclusivo feito à Igreja, mas ao mundo. No início da criação, Ele dá vida ao caos.

À medida que a Igreja nasce e se consolida em cada região, anunciando o Reino de Deus, toma características da cultura local sob a ação do Espírito que age no mundo através dos homens. Há, porém, que se entender bem sua ação. Ele não faz a história nem a conduz como se fosse uma força dominadora, capaz de imprimir sua vontade a todos os fatores históricos. Não é uma mão invisível que maneja todos os homens e os obriga a fazer sua vontade. Pelo contrário, o Espírito respeita e promove a liberdade de todos, inclusive dos pecadores, deixando plena liberdade a todos os atores da história.

Este é o meu desejo, que nossa paróquia seja consolidada, crescendo cada vez mais no anúncio do REINO DE DEUS, numa igreja em saída , missionários da alegria .

Boa semana é uma festividade ungida com o ESPÍRITO SANTO.

 

Côn. Gonçalo.

Domingo da Ascensão do Senhor.

Vox Dei nº 453 de 28 de maio de 2017

Amados irmãos(as).

 

Celebrar a Ascensão de Jesus é celebrar seu modo novo de estar conosco, do Emanuel, Deus Conosco, manifestar-se em nosso meio.

Certamente esse modo novo do Senhor se manifestar entre os homens passa pela Comunidade, por suas atitudes que dão continuidade á missão do Senhor e que asseguram a continuidade da construção do Reino de Justiça e de Paz.

O Livro dos Atos dos Apóstolos, do qual é tirada a primeira leitura da solenidade de hoje, nos mostra Jesus dizendo aos seus discípulos que eles receberão o Espírito Santo e que Este os tornará suas testemunhas no mundo inteiro.

O Espírito que os discípulos receberão é o mesmo que esteve presente em Jesus. Os anjos que aparecem após a “subida” de Jesus ao Céu dizem aos discípulos para não ficarem de braços cruzados, mas agirem, isto é, continuarem a missão do Senhor. Os anjos dizem aos discípulos que Jesus vai voltar. Isso nos recorda a parábola contada pelo Senhor em que o patrão quando volta de viagem quer saber de seus servos o que fizeram, qual o produto do trabalho. Os anjos nos recordam a necessidade de deixar de ficar olhando para o céu e colocar mãos à obra, trabalhar!

O Evangelho de Mateus nos fala que o poder que Jesus recebeu do Pai e foi plenificado após sua ressurreição, é dado à Comunidade para que “Vá e faça discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que lhes ordenei!”.

Batismo e catequese! Batismo é a consagração, a configuração a Jesus Cristo, o Ungido e a Catequese é a implementação da Justiça. Logo, deveremos levar as pessoas a se configurarem ao Homem Novo, de acordo com o desejo do Pai e, depois, após conscientizá-los, levá-los a praticar a justiça e as bem-aventuranças. E Mateus termina citanda a certeza da presença eterna de Jesus ao nosso lado: “ Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo!”

A Ascensão de Jesus é a transformação da presença do Emanuel, do Deus Conosco. Sua presença é manifestada não através de uma figura visível, a de Jesus, mas através da ação libertadora praticada pelos membros da Comunidade.

Quando chegar o final dos tempos, a Parusia, veremos a “re-velação” do Senhor. Veremos que atrás de cada atitude cristã estava o Redentor – Cristo, o Autor de todo ato de bondade – o Pai, e nos inspirando, o Espírito de Amor.

Está solenidade nos prepara para nossa Festividade de 04/06 a 11/06, onde louvaremos o mistério da TRINDADE SANTA.

Boa semana.

Deus abençoe a todos.

Côn. Gonçalo.

 

 

VI DOMINGO DE PÁSCOA

Vox Dei nº 452 de 21 de maio de 2017

O TEU ESPÍRITO ME CONSOLA E ENCORAJA

 

Amados irmãos (as).

 

A uma semana da Solenidade da Ascensão do Senhor a Igreja nos convida com a liturgia deste domingo, que é continuidade da liturgia do domingo passado, a prepararmo-nos para sua partida física de nosso mundo. O trecho do Evangelho de hoje é a segunda parte do primeiro discurso de despedida e tem como ponto central o amor dos discípulos a Jesus, expresso através da observância dos seus mandamentos. Jesus promete a eles o dom do Espírito da Verdade e assegura a sua presença a todo aquele que observar seus mandamentos. Essa notícia foi motivo de consolo e encorajamento para os discípulos e o é, hoje, para nós pois sabemos que Jesus nunca nos deixará sem rumo. Tal como o Povo de Israel que, no deserto, diante de si levava a arca da aliança com as tábuas dos mandamentos, representação da Presença de Deus em seu meio, a Igreja e cada um de nós, ao guardarmos e observarmos os mandamentos do Senhor, poderemos contar com a certeza da sua presença em nós e entre nós, não mais apenas sensível (física), mas espiritual e interior, pela fé. É uma presença tremenda que nos enche de coragem e ânimo para enfrentarmos os obstáculos e dificuldades. Mas, para desfrutarmos dessa graça é preciso que antes, observemos seus mandamentos. Já ouvi muitas pessoas queixando-se (eu mesmo já fiz isso) de não sentir Jesus atuando em sua vida diária, a tal ponto de chegarem a afirmar que Deus tem coisa muito mais importante a fazer do que se preocupar com seus problemas. Julgam que Deus está afastado delas. Será mesmo assim ou será que elas é que estão afastadas de Deus? Todas as vezes que não observamos os mandamentos de Jesus, o afastamos de nossa vida. Não é Ele quem se afasta! Todas as vezes que nosso comportamento contraria a vontade de Deus trazendo prejuízos aos nossos irmãos e à nós mesmos, somos nós que dizemos a Ele: "sai fora, vou fazer ou vou agir do jeito que eu quero!" 

Assim, se quisermos sentir a presença de Jesus e o consolo do seu Espírito, precisamos, antes, viver como Ele deseja que vivamos. E viver como Jesus é aceitar que teremos tribulações, muito mais com Ele do que sem Ele, porque nosso modo de vida começará a incomodar e denunciar o modo de viver de outras pessoas. Pedro, em sua primeira carta diz: Santificai em vossos corações o Senhor Jesus Cristo, e estai sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la pedir.  Fazei-o porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se esta for a vontade de Deus, do que praticando o mal.

Por isso, Jesus nos envia o Espírito Santo, como Advogado, nosso Defensor, que nos dará palavras e comportamentos acertados nos momentos de maior necessidade. Mas precisamos permitir sua ajuda! Quantas vezes diante de uma atitude o Espírito nos constrange, fala dentro de nós e não lhe damos ouvidos? Aproveitemos suas moções e deixemo-nos guiar para transpareça este poder que Deus tem de modificar nossa vida e a vida daqueles que estão à nossa volta. A caminhada com Cristo não é fácil. O terreno é íngreme e a passagem estreita. Ademais não somos perfeitos e muitas vezes derramamos lágrimas e caímos. Mas nosso Deus não nos condena, nos ajuda enviando-nos seu Espírito, para nos provar que é na nossa fraqueza que Ele revela sua força transformadora. Assim, seguindo a luz de sua Ressurreição e não afastando de nós o seu Espírito de Verdade, nós mesmos passaremos a brilhar para que mais irmãos o descubram e a Ele se entreguem.

Deus abençoe a todos.

Boa semana.

Côn. Gonçalo.

 

 

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